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 Por Joaquim B. de Souza, Editor
 Quarta-feira, 02/09/2016, 17h00
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A desgraça não era Jesus e sim barrabás, mas quem o povo escolheu?

Dois mil anos depois a história se repete: a desgraça não está em Dilma e sim na humanidade que não evoluiu o bastante para perceber os traidores no meio do povo.
Imagem: Reprodução/do filme Jesus ou Barrabás
(Foto: Reprodução/do filme Jesus ou Barrabás)
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O povo brasileiro lutou muito para derrubar o regime militar, a mais sanguinária ditadura que se tem notícias no Brasil. Incluiu-se nesse sonho, Tancredo Neves, nas campanhas das diretas já, mal sabia ele que seu neto, Aécio Neves viria ser um traidor da pátria e um golpista do regime democrático conquistado as duras penas.

Porém, a própria história deu seu recado. O próprio Tancredo Neves chamou de “canalha!” o presidente do Senado numa tumultuada sessão em abril de 1964 dando como consumado do golpe militar da época, o que cabe perfeitamente aos traidores da pátria e da democracia nestes dias negros atuais, principalmente na sessão do dia 31 de agosto de 2016.

Para o golpe de 1964, o presidente do Senado, Auro Moura Andrade rasgou a Constituição Federal para consumar o golpe:

“Assim sendo, declaro vaga a Presidência da República.” O presidente do Senado, Auro Moura Andrade, anunciou a um tumultuado Congresso Nacional, na madrugada do dia 2 de abril de 1964, que João Goulart não era mais o presidente do Brasil. Jango ainda estava em Porto Alegre, portanto, em Território Nacional. Na gritaria que se seguiu à fala de Auro, o deputado Almino Afonso ouviu Tancredo Neves, líder do governo na Câmara, gritar: “Canalha! Canalha!”.

Roberto Requião, também numa tumultuada sessão do Senado em discurso de defesa da democracia, fizera Aécio Neves ouvir as palavras de Tancredo Neves, “canalha!, canalha!, canalha!”, sem nominar, mas se referindo aos golpistas da democracia e traidores da pátria em que cassara uma presidenta eleita com mais de 54 milhões de votos.

Portanto, de golpistas à canalhas, assim serão lembrado pela história.

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