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 Por Joaquim B. de Souza, Editor
 Terça-feira, 13/09/2016, 14h20
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De golpista-mor a governo ilegítimo: Michel Temer será o próximo a cair?

Com a queda fulminante de um dos principais articuladores do golpe, Eduardo Cunha, por 450 votos contra apenas 10 fieis escudeiros, deixou o governo ilegítimo de Michel Temer ainda mais vulnerável.
Imagem: Reprodução/Blog do Planalto
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A cúpula do PMDB formada pelo candidato derrotado Aécio Neves, também citado na operação Lava Jato, mas nunca investigado; Eduardo Cunha até então presidente da Câmara Federal, também pego na operação Lava Jato; Renan Calheiros presidente do Senado Federal, também citado por empreiteiros na operação Lava Jato, contaram com o apoio da grande mídia, do legislativo, principalmente de deputados apontados nessa mesma operação e do judiciário.

Aliados de Dilma chegaram a cogitar que a motivação do apoio ao impeachment seja a insatisfação pelo fato de a presidente Dilma (PT) negar os reajustes pretendidos por esse poder; somando-se a isso a insurgência de movimentos patrocinados indo às ruas pedir o fim do governo Dilma, o golpe pareceu favas contadas. Portanto, dando-se aí um grande golpe a queda da democracia.

Entretanto, como diz um ditado popular “pau que bate em Chico bate em Francisco”. O golpe, cada vez mais claro para a população, que se sentiu no direito de cobrar e cobrou com o “Fora Cunha” e “Fora Temer”. Aderiu a esse coro o grito de “Direitas Já”. Esse último cresce a cada dia e todas as tentativas do governo ilegítimo barrar esses movimentos tem fracassado. Pois, dificilmente irá conseguir barrar a liberdade de expressão, principalmente com o apoio em massa das redes sociais.

Desta forma, percebe-se que as articulações começaram a dar errado, pois num ano eleitoral os deputados e senadores começaram a perceber que eles não estavam sendo bem-vindos em suas bases, pois eles haviam “rasgado” mais de 54 milhões de votos. Com que moral iriam pedir votos para alguém? Deu-se a debandada na tentativa de preservarem seus futuros políticos. O resultado foi a massacrante votação para cassar Eduardo Cunha.

Os olhos da população agora estão voltados para o “Fora Temer” e “Diretas Já”. Se o atual governo além de ilegítimo continuar agindo de maneira irresponsável, ou seja, de 10 tentativas errar as 10 para os ajustes econômicos anunciados, certamente, o mandato será o mais curto da história. Percebe-se que as tentativas de reforma econômica são frustrantes para a classe trabalhadora que deve arcar ainda mais com as contas fruto dessas lambanças governamental.

Para Gleisi Hoffmann, em sua coluna no Blog do Ismael, afirma que “O presidente usurpador, que patrocinou o golpe parlamentar para derrubar do poder uma mulher eleita com mais de 54 milhões de votos, começou a sentir o gosto amargo da sua aventura golpista. A cada dia, mais e mais brasileiros enchem as ruas em protesto porque, assustados, estão tomando consciência do verdadeiro objetivo da farsa montada no Congresso – a retirada dos direitos da população mais pobre e a entrega das nossas riquezas ao capital estrangeiro”.

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