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 Por Jorge A. de Queiroz e Silva
 Domingo, 26/08/2017, 18h30
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Michel Temer, um ano no poder

Crédito da imagem: Tribuna da Internet
Crédito da imagem: Tribuna da Internet

No próximo dia 31 de agosto, quinta-feira, Michel Temer completará um ano à frente da presidência do Brasil. De acordo com Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), em levantamento realizado entre os dias 13 e 16 de julho, somente 5% da população aprova o presidente, pior índice histórico.

Observa-se ligeira recuperação da economia, com ênfase na redução da previsão da inflação à evidência de estabilidade do PIB (Produto Interno Bruto), porém irrisório. No entanto, o desemprego alcançou 13,7% no primeiro trimestre deste ano. São 14,2 milhões de desempregados, a maior taxa de desemprego desde que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) começou, em 2012, a fazer essa investigação.

Não é à toa que a pobreza aumentou. 143 mil famílias retornaram ao Programa Bolsa Família, sendo que 525 mil estão na fila de espera, conforme Edna Simão, do Jornal Valor Econômico. Roubos, furtos, entre outros, vêm crescendo.

O Governo Federal, com respaldo do Congresso Nacional, aprovou, às pressas, amargas mudanças nas leis trabalhistas, que beneficiam, tão somente, a classe empresarial. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) declarou que essa Reforma Trabalhista viola tratado internacional ao não convocar as representações das categorias dos (das) trabalhadores (as) para participar dos debates acerca das reformas.

Maurício Simões, juiz do Trabalho, reforça a falta de um debate democrático: “A meu ver, faltou a participação de instituições como a Ordem dos Advogados, Ministério Público do Trabalho e da própria sociedade civil como um todo para discutir as mudanças de forma mais qualificada”.

Raphael Brolio, professor do Centro Preparatório Jurídico (CPJUR), enfatiza: “Além de violar direitos humanos, restringindo a liberdade do trabalhador em acionar a Justiça do Trabalho, a lei aprovada infringe, também, o direito à igualdade entre profissionais que atuam em um mesmo ambiente.”

Em meio a essa crise democrática, econômica e social, Michel Temer distribuiu 4,2 bilhões em emendas aos (às) parlamentares, ou seja, abriu os cofres públicos para senadores, deputados e aliados para se firmar no Poder Executivo.

Jorge Antonio de Queiroz e Silva é historiador, palestrante, professor.


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