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 Por Jorge A. de Queiroz e Silva
 Domingo, 20/08/2017, 10h30
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Franzina democracia

Credito da imagem: Revista Exame
Credito da imagem: Revista Exame

As relações de promiscuidade sistêmica são assustadoras. Congresso, Governo Federal e empresas (empreiteiras em destaque) realizam um balcão de negócios. Os (as) brasileiros (as), de modo geral, estão descrentes com os rumos da política brasileira.

O entendimento dessa feira livre só é possível se relacionarmos passado e presente, que se entrelaçam na história do Brasil.

Os portugueses, quando encontraram o Brasil, em 1500, eram absolutistas. O poder, centralizado nas mãos do rei, controlava a economia, a burguesia e o parlamento. Neste ocorriam reuniões para pedir favores ao rei. Para se garantir no poder, o rei comprava os nobres, por intermédio da isenção dos impostos, oferecendo cargos, subsídios, entre outros, o que em maior ou menor grau ocorre em Brasília na atualidade.

Nicolau Dino, subprocurador-geral da República e vice-procurador-geral eleitoral, esclarece:

As investigações recentes sobre casos de corrupção política desvelam um círculo vicioso no qual o poder econômico estabelece um pacto de sustentabilidade com determinadas forças políticas, num processo de retroalimentação vantajoso para as partes envolvidas.

(...) nunca haverá efetivo desenvolvimento social e econômico em nosso país se as relações entre o público e o privado continuarem seguindo a regra do ‘pay to play' [pagar para jogar].

Cabe à sociedade, com os pés no presente e de olho no futuro, construir coletiva, política e juridicamente os caminhos para superar essa adversidade.

A sociedade brasileira desigual, não democrática, reflete o Estado brasileiro. O político, salvo algumas exceções, favorece amigos, família e, principalmente, a si. Ele participa de uma rede de vantagens e favores para poucos (as), em detrimento dos interesses da maioria do povo.

Jorge Antonio de Queiroz e Silva é historiador, palestrante, professor.


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