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 Por Joaquim B. de Souza, editor
 Quinta-feira, 07/09/2017, 11h00
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7 de setembro da Pátria sem chuteiras do Brasil

Crédito Imagem: Blog do Palnalto | Última presidente eleita do Brasil. A partir de maio do 2016 o País está sendo governado por uma junta de golpistas
Crédito Imagem: Blog do Palnalto | Última presidente eleita do Brasil. A partir de maio do 2016 o País está sendo governado por uma junta de golpistas.

O Brasil com suas cores carnavalesca em qualquer época do ano, tem seu principal dia, 7 de setembro, em que se comemora, não em todas cidades, a Independência do Brasil.

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Data que, na verdade, tem sido levado mais a sério em anos eleitorais. Para os historiadores é muito simples definir a Independência do Brasil: "denomina-se Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política do território brasileiro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), no início do século XIX, e a instituição do Império do Brasil (1822-1889), no mesmo ano".

"Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a historiografia clássica do país, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente do Brasil, então D. Pedro de Alcântara de Bragança (futuro imperador Dom Pedro I do Brasil), bradou perante a sua comitiva: " Independência ou Morte! ". Sob controvérsias, aspectos dessa história, no entanto, são contestados por alguns historiadores".

Isso consta nos livros e qualquer aluno, mesmo em sua tenra idade escolar já ouviu falar disso. A nobreza da época, a necessidade da época, a economia da época favoreceram essa decisão. Entretanto, a partir daí, livrou-se de Portugal e se fez o que com a nação brasileira?

De um único inimigo, a Monarquia, deu-se inúmeros grupos políticos rivais cada qual com seu pensamento voltado para o seu próprio umbigo. Os partidos políticos, na verdade, são grupos rivais. Uns se une a outros, mas o intuito é derrotar um terceiro! O vai e vem, o troca a troca, emperra o País no atraso. Mais recentemente alguns partidos se uniram para darem um golpe contra a democracia, derrubando uma presidente eleita com mais de 54 milhões para dar posse um golpista sem votos.

A tecnologia nacional, praticamente zero, quando existe, são cópias fajutas. A educação entre as piores do mundo! A má qualificação, as formas como os professores estão inseridos no contexto, tudo contribui para o baixo desempenho dos estudantes brasileiros.

A saúde pública longe de se equiparar à veterinária dos aras, currais e feiras agropecuárias, pois se tornaram corporativistas em defesa de seus cargos abandonando a ciência como dever. Exemplo é a resistência ao Programa Mais Médico, do Governo Federal. A agricultura ainda ter que sobreviver as intempéries climáticas, tem também que resistir os destemperos do governo.

As divergências políticas partidárias foram para dentro das escolas públicas, foram para dentro dos hospitais públicos, postos de saúde, onde primeiro o que conta é a que grupo pertence e os agentes públicos os veem os adversários das urnas como intrusos em seus espaços de privilégios e conforto.

É, realmente, tristes ver as instituições perderem suas finalidades. As escolas públicas viraram entidades corporativas sem independência; as câmaras de vereadores ou legislativas tornaram-se reféns por barganhas políticas do favorecimento.

A pergunta que se faz é: o respeito pelo povo onde está? A classe política perdeu totalmente o respeito pelo povo. Porém, uma luz no fim do túnel parece não ser um trem em direção contrária. As manifestações no período da Copa das Confederações aponta que a nação está mudando. Ainda que, de concreto as reivindicações poucas foram atendidas, o grito do povo vai continuar pelas ruas brasileiras, nesta semana da pátria, não apenas nas Margens do Ipiranga.

É preciso que o povo entenda de vez que a classe política não é dona desse País e está mais do que na hora de bani-la de vez da forma como ela está constituída. E, a mídia tradicional de sustentação desse poder, começa a ter medo da nova geração virtual.

Após o golpe de 2016 o Brasil parou e retrocede a cada dia se tornando um curral de golpistas, gangster, corruptos que se apossaram de Brasília. Para tirá-los de lá vamos ter que esperar 2018, pois pelos meios legais é humanamente impossível devido a um judiciário cego e fazendo vista grossa ao desmando que assola o País.


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7 de Setembro da Pátria sem chuteiras do Brasil nas mãos de golpistas. Dilma Rousseff foi a última presidente eleita democraticamente em 2014, com mais de 54 milhões de votos.
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